quarta-feira, 21 de setembro de 2011

No mundo atual vencerão os países e as empresas que tiverem a melhor logística

Antes do evento da globalização a preocupação com logística era regional.
Atualmente as empresas não têm mais nacionalidade e podem vender a todo instante e em qualquer lugar do planeta.

Vejamos porque a necessidade de melhoria na logística:

  • Apenas com um click do mouse, um toque no tablet ou um botão do smartphone é possível comprar ou vender produtos para qualquer consumidor ou empresa;
  • A retomada do consumo nos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China);
  • A entrada da classe C, D e E no consumo, devido a melhoria de condições financeiras motivadas por programas de inclusão social e pelo crescimento econômico que vem ocorrendo depois da crise de 2008 (apesar das ações contra a inflação para frear o consumo);
  • As empresas precisam de informação, de integração dos processos e/ou de segmentação das atividades, para melhorar a qualidade, reduzir o custo e o tempo total de produção e entrega.
Ainda temos notícias do chamado “Apagão Logístico” no Brasil, pois a demanda tem sido muito maior do que nossa capacidade instalada de logística.

Mas como podemos melhorar esta situação?

Investimentos de infra-estrutura são urgentes e necessários, a Copa do Mundo e as Olimpíadas correm risco, mas não fazemos isto da noite para o dia.

Necessário então olhar também para outras dimensões do problema, e uma delas é tecnologia da informação. Neste quesito, podemos adotar algumas práticas:
  • Melhorar a inteligência dos processos dos sistemas de informação;
  • Integrar os sistemas de produção das empresas, formando a cadeia de fornecimento e de consumo;
  • Melhorar os sistemas de logística com ênfase na armazenagem, distribuição, otimização de rotas e frotas e integração dos diferentes modais de transporte;
  • Fazer com que os sistemas de e-commerce conversem, de fato, com os de produção e logística;
  • Permitir que os processos possam ser mudados em tempo real; e
  • Criar software que funcione em qualquer dispositivo de interação entre a oferta e demanda.
Vender o produto que está em estoque sem ter "como" entregar, melhor nem produzir; e vender sem capacidade de produzir, melhor fechar as portas.

Mas podemos mudar isto agregando inteligência na informação e colocando este conteúdo útil disponível em todos os meios de comunicação e interação!!

Melhores resultados virão!!

Quanto custa o Software Livre? Você já pensou nisto?

Há muito tempo temos ouvido falar no software livre, ou seja, sem custos.

Mas será que é isto mesmo?!

Todas as empresas esperam reduzir o custo total de propriedade com ativos de qualquer natureza e em tecnologia da informação não seria diferente.

Nossas empresas também precisam de garantias quanto a continuidade, manutenção e evolução dos produtos e serviços que consumimos para atender aos nossos clientes.

Software é uma ferramenta de auxílio diário para processamento adequado de informação, para atendimento ao cliente e geração de riqueza. Ele precisa de evolução constante, visto que a única certeza que temos hoje é a mudança contínua. A empresa precisa de inteligência e vantagem competitiva. Apenas neste contexto, me pergunto, será que o software pode ser livre?

Poderia pensar em relação a software de utilidade pública em geral, mas mesmo aqui é preciso estrutura e  algum serviço para que funcione adequadamente. É improvável manter algo desta natureza sem custo.

Tivemos uma experiência de usar um software livre e vimos que para mantê-lo operando de forma adequada estávamos gastando rios de dinheiro em consultoria. Qual teria sido o custo total de propriedade para esta solução se usássemos software pago? Muito provavelmente no primeiro momento o valor seria mais alto, mas ao longo do tempo veríamos que o projeto seria muito mais rentável usando esta alternativa.

Outra questão é que software com código aberto dá margem ao replanejamento da segurança de sistema. Se por um lado conseguimos fechar algumas portas de nossos sistemas para que ninguém invada e tenha acesso a informações sigilosas do negócio, por outro lado quem quer invadir também sabe como o software de código aberto funciona, o que torna mais fácil o acesso a seus dados se a segurança não for adequada. Isto significa mais gastos sem segurança.

Na verdade muitas empresas defendem o uso indiscriminado de software livre com o intuito exclusivo de garantir boa renda na prestação de serviços.

Você já imaginou se o conceito pega?!

Seria bom! Quem sabe daqui a algum tempo a gente tenha acesso a carro livre, supermercado livre, frete livre, enfim, tudo sem custo, tudo sem gerar nenhuma riqueza financeira. Seria muito bom, não é? Mas lembrem-se o salário também seria livre!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CRM: Gerenciar o relacionamento com o cliente faz a diferença!


Atualmente para satisfazer as necessidades dos clientes é preciso além de apenas prestar bons serviços ou dispor de bons produtos.

É necessária atenção ao que o cliente espera de nossas empresas antes dos serviços e produtos. Mas como identificar estas expectativas e gerenciá-las de forma adequada para transformá-las em ações e em diferenciais competitivos?

Um passo necessário é a mudança ou ajuste na cultura organizacional.

Empresas se relacionam através de pessoas e nestes relacionamentos estão as oportunidades para descobrir o que o cliente espera de nós. Tempos atrás, tivemos uma conversa com um CIO e ele disse que esperava da nossa empresa 3 coisas: agilidade, flexibilidade e continuidade. Isto não estava no contrato, e apesar de ser importante no dia a dia, às vezes esquecemos dos detalhes importantes!

Mas voltando ao caso, estas coisas expressavam os anseios particulares do cliente, ou seja, do gerente do nosso contrato.

Imediatamente após esta reunião, fizemos outra com a equipe de projeto e conversamos a respeito. Alinhada as necessidades, registramos em nosso sistema de informação e passamos a gerenciar o contrato de uma forma mais ampla.

O caso foi um sucesso!

Estávamos atentos no atendimento, dando a agilidade necessária ao processo. Customizamos a metodologia de desenvolvimento de sistemas e trabalhamos em turnos alternativos, dando flexibilidade para a fábrica de software, e durante o processo capacitamos pessoas para que fizessem o atendimento adequado de pós-venda (mais importante do que a venda).

O cliente ficou muito satisfeito!

Veja que no caso em questão, não foi o prazo e valor do investimento que fizeram a diferença, pois isto era o mínimo esperado.

A equipe mudou seu jeito de fazer as coisas e registrou no sistema “o que” e “como fazer”. Assim foi possível “gerenciar de fato” o atendimento, e realizar as expectativas reais expressadas pelo cliente naquela reunião.

Mudar a cultura organizacional e ter uma boa ferramenta de CRM são vitais para a obtenção de sucesso no relacionamento com o cliente. Isto é personalização e faz a diferença!